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Os Salmos como louvor cristão | Deus quer a alegria no louvor | Salmo 95 - Pastor Leonardo Cabral

Primeira Igreja Batista em Parque Alvorada, Nova Iguaçu/RJPr. Leonardo Cabral17/08/202557 min de vídeopregação: 57 min (0:00 a 56:40)Assistir no YouTube ↗

Análise feita por IA, que pode errar. Cada nota traz as citações e o vídeo para você conferir.

7,0de 10Nota finalCoerente
7de 10SermãoCoerente
7de 10CultoCoerente

Nota final: 70% sermão, 30% culto inteiro.

Sl 95 exposto pela estrutura (convocação, causa, pastoreio, advertência) com defesa ordeira da participação no louvor, mas evangelho tênue, sem cruz, e linguagem de expulsão contra quem não participa.

O vídeo traz só a pregação, então as duas notas são iguais.

Raio-X

Clique num item para ir ao trecho na transcrição.

Pontos negativos

Observações sem código (1)

Observação sem código: “Meribá significa rebelião” (o sentido é contenda) é um lapso de etimologia que não muda o ensino. O fecho “eu olho e vai todo mundo, se Deus assim quiser” é desejo pastoral depois da advertência, e não universalismo.

Pontos positivos

Por que essa nota

Coerente

exposição fiel do Sl 95 pela estrutura do salmo, com Deus grande como motivo do louvor, pastoreio, consolo e uma advertência séria contra a rebelião. Fica em 7 porque o evangelho é tênue e sem cruz, porque os desvios sobre gosto litúrgico e o humor ocupam muito tempo, e porque a crítica aos que não participam vem com linguagem de expulsão. Só sermão: culto igual.

Laudo completo

Estrutura do vídeo

Domingo, série “Os Salmos como louvor cristão”. Só a voz do pastor, que começa acomodando as crianças, lê o Sl 95, ora, prega e termina com “Amém” antes da Ceia (“Irmãos, eu tô caminhando pro final pra gente sear”). Pregador: da casa. Ele diz “eu, o pastor de vocês”, “Eu sou responsável por vocês” e “Vá pra casa hoje e diz assim: 'Não é o pastor Leonardo que é o meu supremo pastor. O meu supremo pastor é Jesus Cristo.'”

Texto bíblico

O Sl 95 é exposto pela própria estrutura, que ele resume no fim: convocação (“Venham”), causa (“Deus é grande”, criador e dono de tudo), pastoreio (“o povo do seu pastoreio”) e advertência (Meribá e Massá, “Jamais entrarão no meu descanso”). Cita Waltke sobre “aclamar” como grito de alegria e liga o salmo a Sl 23, Sl 73, Is 49, Jo 4, 2 Co 4, 2 Tm 4 e Hb 5. A parte longa sobre palmas, dança e gosto pessoal no culto (Sl 150, Davi, Miriã, Cl 3.16, Fp 2 como hino) é aplicação do v. 1-2, com limites (“A igreja não pode ser irreverente”). O humor (a bala de coco, o sol nas pernas) toma espaço, mas não domina.

Evangelho

Presente, mas pouco, e sem cruz. “Rocha da nossa salvação” é lido sem ser desenvolvido. Jesus aparece como quem sacia: “Quando que a alma é saciada? Quando Jesus chega e ele dá água viva pra gente beber”. E como o pastor supremo que esteve com Paulo abandonado (“Ninguém veio, mas Jesus esteve comigo”). A advertência de Meribá é levada a sério: “Quantas pessoas a gente viu começar bem e terminar mal. [...] Vigia todos os dias da sua vida.” Não há cruz nem chamado à fé.

Prática litúrgica

Ele defende a participação ativa (cantar, amém, gritar “Reina”, palmas, dança espontânea) contra o “assistidor de culto”, e põe limites de ordem: “Imagine se eu levanto na congregação para orar e aí você começa a orar comigo [...] Mas isso, o extremo oposto disso também não deve existir.” Num culto batista de linha reformada, isso não desconta.

Culto fora do sermão

Só a pregação no recorte (a leitura de Fp 2 e a Ceia ficaram fora).

Transcrição anotada

8 trechos marcados · 44 mil caracteres
leverelevantedominantesaúdeLegenda automática do YouTube: pode trocar palavras, nomes e versículos.

longas. Abra sua Bíblia agora no livro de Salmo, no livro de Salmos. E hoje nós vamos ouvir e eu vou pregar sobre o Salmo 95. E as criancinhas não vão ficar falando enquanto eu prego, hein? Não pode, não pode. Vamos separar. Mike, senta aqui. Nolas, vocês dois sentam lá, por favor. Vem, Mike, senta no meio deles aí. Não deixa conversar não. Vem, Nicolas, segue seu tio aí, seu tio na fé. Deixa o Nicolas passar. Vai também. Aqui, aqui, Mike, onde tu tá? Bota ele aqui e tu senta aqui, ó. Mesma coisa. Bota ele aí do lado do Danilo. E você também, neném. Vai lá. Isso. Do lado do Nicolas. Lá, lá na ponta. Vai, Danilo. Você toma conta daí. E o Mike toma conta daqui, tá?

Mike vai ficar espremido aí. Desculpa, meu irmão. Salmo de número 95. Diz assim o salmo: "Venham, cantemos ao Senhor com alegria, aclamemos a rocha da nossa salvação. Vamos à presença dele com ações de graças. Vamos aclamá-lo com cânticos de louvor. Pois o Senhor é o grande Deus, o grande rei acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra. Os cumes dos montes lhe pertencem. Dele também é o mar, pois ele o fez. As suas mãos formaram a terra seca. Venham, adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso criador, pois ele é o nosso Deus. E nós somos o povo do seu pastoreio, o rebanho que ele conduz. Hoje, se vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração como em Meribá, como aquele dia em Maçá, no deserto, onde os seus antepassados me tentaram, pondo-me à prova.

Apesar de terem visto o que eu fiz durante 40 anos, fiquei irado contra aquela geração e disse: "Eles são um povo de coração ingrato. Não reconhecer os meus caminhos. Por isso jurei na minha ira. Jamais entrarão no meu descanso. C sua cabeça. Senhor Deus, fale com seu povo. Que não seja somente a minha voz, mas seja a sua voz também. Eu quero ser usado como um vaso de barro, onde o valor supremo está no Senhor. Ajuda os meus irmãos, Senhor. Ajuda os meus irmãos na adoração. Ajuda os meus irmãos, Senhor, a no louvor a ti e na adoração. Que a gente passe a ser uma igreja mais adoradora, Senhor, ao ouvir esse sermõe. Então, que o seu espírito fale aos nossos corações e à nossa mente em Cristo Jesus.

Amém. Meus irmãos, há uma batalha espiritual em relação a ouvir os sermões. O tema aqui, eu vou falar de louvor e adoração, mas eu quero começar pedindo a sua atenção pro que será pregado. Há uma batalha espiritual. E ontem eu pregando no retiro da Escola Naval, falei sobre isso. A tendência na mente de vocês é achar que o pregador, o Aralto ou o doutrinador teve uma batalha com o diabo para pregar ou que eu, o pastor de vocês, antes de pregar, antes de vir à igreja, eu luto contra o diabo porque eu vou pregar. Então tem sempre essa coisa. Às vezes eu me desloco para longe para pregar num evento e me desloco pra igreja e eu pego o arco ou pego a dutra e tem essa batalha.