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Tenho sempre o SENHOR diante de mim! | Salmo 16 | Seminarista Matheus Vinícius

Primeira Igreja Batista em Parque Alvorada, Nova Iguaçu/RJSem. Matheus Vinícius10/05/202664 min de vídeopregação: 64 min (0:00 a 1:03:49)Assistir no YouTube ↗

Análise feita por IA, que pode errar. Cada nota traz as citações e o vídeo para você conferir.

7,0de 10Nota finalCoerente
7de 10SermãoCoerente
7de 10CultoCoerente

Nota final: 70% sermão, 30% culto inteiro.

Exposição calorosa do Sl 16 com Cristo mediador e aplicação pastoral rica, mas cruz só aludida, v. 10 tirado do eixo cristológico e afirmação imprecisa de que Deus faz cessar o sofrimento que ameaça a fé.

O vídeo traz só a pregação, então as duas notas são iguais.

Raio-X

Clique num item para ir ao trecho na transcrição.

Pontos negativos

Observações sem código (1)

Observação sem código: detalhes históricos dados com segurança demais (o boi de ferro de Moloque com tambores, “Visite a literatura de Canaã”; a parede assíria do Louvre). Servem ao ponto do v. 4 e não sustentam doutrina.

Pontos positivos

Por que essa nota

Coerente

exposição fiel e calorosa do Salmo 16, com Cristo como mediador, graça contra autossuficiência, caridade com outros cristãos e aplicação pastoral concreta (amizade cristã, casamento, leitura bíblica, sofrimento). Fica em 7 e não em 8 porque a cruz só é aludida, o v. 10 é tirado do eixo cristológico que o próprio NT lhe dá, a afirmação sobre o limite do sofrimento é imprecisa e a hora de pregação se dispersa em ilustrações longas.

Laudo completo

Estrutura do vídeo

Só a voz do seminarista. Leitura do Salmo 16, homilia de cerca de uma hora e oração final. Há vozes da congregação (“Amém”) e ruídos ([roncando]), sem louvor, ofertório ou avisos no recorte.

Texto bíblico

Salmo 16 inteiro, exposto versículo a versículo: o pedido de proteção (v. 1), “não tenho bem além de ti” (v. 2), os fiéis da terra (v. 3), o sofrimento dos idólatras (v. 4), a porção e a herança (v. 5-6), o Senhor que aconselha (v. 7-8), o corpo que repousa (v. 9-10) e a vereda da vida (v. 11). Explica o contexto do v. 4 (sacrifícios de sangue em Canaã) e a divisão da terra por tribos no v. 6. Muitas ilustrações de casa e de aconselhamento. O v. 10 não é levado à ressurreição de Cristo, apesar de At 2.25-31: “Eu sei que esse é um salmo usado lá no Novo Testamento para falar de Jesus, mas aqui é a esperança de Davi.”

Evangelho

Presente e cristocêntrico em pontos-chave, mas a cruz só é aludida. Mediação de Cristo contra a devoção a Maria (1 Jo 2.1, 1 Tm 2.5): “o que faz com que as nossas orações sejam ouvidas é um homem com a mão furada do lado do trono eterno de Deus.” Graça contra força própria: “Você não precisa de força para ir até Jesus. Não importa o tamanho da sua força, importa o tamanho da sua fraqueza.” Fim da pregação: “agarrar as mãos de Jesus vazia e estar para sempre com ele.”

Prática litúrgica

Oração final simples pedindo que a Palavra seja “flecha no coração”. O pregador diz que não fala em línguas; isso não pesa.

Culto fora do sermão

Não aparece no vídeo. Só o encaminhamento ao estudo de quarta com o pastor.

Transcrição anotada

8 trechos marcados · 46 mil caracteres
leverelevantedominantesaúdeLegenda automática do YouTube: pode trocar palavras, nomes e versículos.

Nosso texto é Salmo 16 e o tema ou o nome dessa pregação, dessa homilia é: Tenho sempre o Senhor diante de mim. Então, a minha finalidade aqui é contrapor é tentar colocar diante da igreja uma espiritualidade que está sempre diante do Senhor, seja no momento de fraqueza, seja no momento de força, seja no momento de prosperidade, seja no momento de mais escassez financeira, seja no momento em que a enfermidade bate à porta, seja no momento onde a cura bate à porta. A minha ideia é tentar incentivar mais uma vez os irmãos a terem sempre o Senhor diante de vocês. Salmo 16, eu lerei a partir do versículo 1. Protege-me, ó Deus, pois em ti me refugio.

Ao Senhor declaro: Tu és o meu Senhor. Não tenho bem nenhum além de ti. Quanto aos fiéis que há na terra, eles é que são os notáveis em quem está todo o meu prazer. Grande será o sofrimento dos que correm atrás dos outros deuses. Eu não participarei dos sacrifícios dos seus sacrifícios de sangue e os meus lábios nem mencionarão os seus nomes. Senhor, tu és a minha porção. Tu és o meu cálice. És tu que garante o meu futuro. As divisas caíram para mim em lugares agradáveis. Tenho uma bela herança. Bendirei o Senhor que me aconselha. Na escura noite, o meu coração me ensina. Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com ele à minha direita, eu não serei abalado.

Por isso, o meu coração se alegra e no íntimo exulto. Mesmo o meu corpo repousará tranquilo. Porque tu não me abandonarás no sepulcro, nem permitirás que o teu santo sofra decomposição. Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita. Tu me farás conhecer a vereda da vida. A alegria plena da tua presença. O eterno prazer à tua direita. Não faltam vozes. O que não te falta e não me falta hoje é alguém falando como ser, como viver e o que esperar da vida futura. Não nos faltam vozes, há vozes de todos os lados. Existem vozes religiosas, existem vozes da sociedade, existem vozes no seu trabalho, existem vozes na faculdade, na sua escola.

O que não faltam são vozes que estão prontas a te dizer como viver, como ser e o que esperar de Deus ou o que não esperar porque ele não existe. Não faltam vozes. Quando mais novo, eu achava o problema de Adão e Eva era que eles só tinham duas vozes, a voz do Senhor e a voz do inimigo e que o nosso problema era muito maior, porque afinal de contas todo cristão tem três inimigos, como diz Efésios 2, o diabo, a carne e o mundo. E no mundo, meus irmãos, na sociedade caída existem muitas vozes. E como fazer, e como viver, e como estar, e como ser, a fim de que as muitas vozes não nos leve para onde quer que seja? E como fazer para caminhar, como diz no salmo antigo, tu me guias na vereda da justiça por amor ao teu nome?