Pular para o conteúdo

CRISTO É A RESSURREIÇÃO E A VIDA | Douglas Gonçalves

Família JesusCopy, Bragança Paulista/SPDouglas Gonçalves10/04/202657 min de vídeopregação: 57 min (0:06 a 57:00)Assistir no YouTube ↗

Análise feita por IA, que pode errar. Cada nota traz as citações e o vídeo para você conferir.

9,0de 10Nota finalCoerente
9de 10SermãoCoerente
9de 10CultoCoerente

Nota final: 70% sermão, 30% culto inteiro.

Jo 11 exposto na Páscoa com o pano de fundo do Êxodo: morte como salário do pecado, Cristo que entra no túmulo em nosso lugar, salvação pela fé sem obras e ressurreição do corpo.

O vídeo traz só a pregação, então as duas notas são iguais.

Raio-X

Clique num item para ir ao trecho na transcrição.

Pontos negativos

Nenhum erro encontrado.

Observações sem código (2)

Nenhum que desconte.

Observação sem código: a frase “a esperança do cristão não é a vida após a morte, mas a vida após a vida após a morte” é atribuída pelo pregador a “William Marrion Branham”, com o nome completo. A expressão é de N. T. Wright. Atribuição errada, sem efeito na doutrina. “os líderes religiosos romanos” e a piada de Abel no céu são lapsos menores.

Pontos positivos

Por que essa nota

Coerente

sermão pascal exemplar. Jo 11 é exposto em sequência e ligado à Páscoa do Êxodo. O pecado e o juízo aparecem em toda a sua seriedade, e a substituição na cruz e a justificação sem obras são ditas com clareza. A ressurreição do corpo é a esperança, e o envio às nações e o anúncio ao próximo são a resposta. Não há erro que desconte, e a atribuição duvidosa de uma citação não pesa. Só sermão: culto igual.

Laudo completo

Estrutura do vídeo

Só a pregação, no domingo de Páscoa, na série “Cristo é” (os “Eu sou” de João), de 00:06 a 57:00, até “Fica de pé no seu lugar”. Oração inicial e sermão. Só a voz do pregador. Pregador: da casa (“Como o Coelho disse aqui”; “o Bravo organizando a agenda lá”).

Texto bíblico

Jo 11.1-44 lido em três blocos (1-16, 17-27, 28-44) e exposto em sequência. O pano de fundo é a Páscoa do Êxodo (a décima praga, o cordeiro, o sangue na porta), ligado ao salário do pecado (Gn 2, Rm 6.23). Marta e Maria são lidas na tensão entre fé e queixa. O “Eu sou a ressurreição e a vida” é o centro. O choro de Jesus é lido como antecipação do Getsêmani. As aplicações citam Hb 11, a festa das primícias (1 Co 15.20, implícito), Jo 20 e At 2. Exposição fiel, com tipologia autorizada pelo NT (Cristo, o cordeiro pascal).

Evangelho

Pleno. Pecado e juízo: “todos nós somos merecedores da ira de Deus e não é só aquela morte física, mas condenação eterna”. Substituição: “Eu vim para subir naquela cruz e tomar sobre mim todos os pecados de vocês”; “Porque ele subiu naquele madeiro no nosso lugar”. Justificação sem obras: “Por que você é bom? Por que você é perfeito? Por causa das suas boas obras? Não, porque ele é bom”. Fé: “todos aqueles que depositarem a fé em Jesus Cristo serão salvos”. Ressurreição do corpo e nova criação.

Prática carismática

Só a oração inicial pedindo que o Espírito “nos guiar em toda verdade” e revele o Cristo pela Palavra. Nada fora de ordem.

Culto fora do sermão

Não há. Vídeo só com a pregação.

Transcrição anotada

3 trechos marcados · 42 mil caracteres
leverelevantedominantesaúdeLegenda automática do YouTube: pode trocar palavras, nomes e versículos.

Vamos embora para a palavra de Deus? Pega sua Bíblia, abra em João, capítulo de número 11. João, capítulo de número 11. Nós estamos em uma série aonde nós queremos conhecer mais do Senhor, conhecer mais a Cristo e e nós estamos estudando aquilo que o próprio Cristo disse a respeito de si mesmo. Porque nós não podemos conhecer nada do Senhor que Ele não tenha decidido revelar a nós. Então a série se chama Cristo é e nós estamos estudando as sete vezes que aparece Jesus falando Eu sou, né, no Evangelho segundo João. E nós já estudamos, eh, quatro Eu sou e nós temos mais três para esse mês e foi incrível quando a gente preparou a série, a gente decidiu, nós vamos fazer de forma aleatória ou vamos fazer na sequência?

Aí falou, não, vamos fazer na sequência, né? Então o Bravo organizando a agenda lá, colocando na sequência dos domingos e aí quando a gente olhou qual era o Eu sou no domingo da Páscoa, nós vamos olhar hoje para Eu sou a ressurreição e a vida. Né? Então não é inteligência e e planejamento nosso, amados. É o próprio Espírito Santo aí que que colocou esse texto para nós nesse domingo. Então nesse domingo, eh, nós vamos olhar junto para João 11 e nós vamos ler bastante dele, mas eu vou parando em partes para a gente olhando juntos aqui. Então João 11, verso de número 1, abre aí comigo. João 11, verso 1. Diz assim: "Um homem chamado Lázaro estava doente.

Ele era de Betânia, da aldeia de Maria e de sua irmã Marta. Essa Maria, cujo irmão Lázaro estava doente, era a mesma que ungiu o Senhor com perfume e lhe enxugou os pés com seus cabelos. Por isso, as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: "Aquele que o Senhor ama está doente". Ao receber a notícia, Jesus disse: "Essa doença não é para morte, mas para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela". Ora, Jesus amava Marta e a irmã dela e também Lázaro. Quando soube que Lázaro estava doente, ainda demorou dois dias no lugar onde estava. Depois disse aos seus discípulos: "Vamos outra vez para a Judeia". Os discípulos disseram: "Mestre, ainda há pouco os judeus queriam apedrejá-lo e o Senhor vai voltar para lá"?

Jesus respondeu: "Não é verdade que o dia tem 12 horas? Se alguém andar de dia, não tropeça, porque vê a luz desse mundo. Mas se andar de noite, tropeça, porque nele não há luz". Tendo dito isso, acrescentou: "Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo". Então os discípulos disseram: "Senhor, se dorme, estará salvo". Jesus falava da morte de Lázaro, mas eles pensaram que tivesse falado do repouso do sono. Então Jesus lhes disse claramente: "Lázaro morreu". "Por causa de vocês, me alegro de que não estivesse lá, para que vocês possam crer. Mas vamos até ele". Então Tomé, chamado Dídimo, disse aos outros discípulos: "Vamos também nós para morrer com o mestre".