Pular para o conteúdo

Desenvolvimento Profético

MEVAM Petrópolis, Petrópolis/RJPr. Fábio Souza07/08/202679 min de vídeopregação: 79 min (0:00 a 1:19:18)Assistir no YouTube ↗

Análise feita por IA, que pode errar. Cada nota traz as citações e o vídeo para você conferir.

7,0de 10Nota finalCoerente
7de 10SermãoCoerente
7de 10CultoCoerente

Nota final: 70% sermão, 30% culto inteiro.

Ensino continuísta sadio sobre o dom profético, centrado em Cristo e corrigindo a adivinhação, com leves desvios (divulgação do livro, profetas sem predição, detalhes extrabíblicos como fato).

O vídeo traz só a pregação, então as duas notas são iguais.

Raio-X

Clique num item para ir ao trecho na transcrição.

Pontos negativos

Pontos positivos

Por que essa nota

Coerente

é um ensino continuísta sadio, com a profecia como edificação, sob a Escritura e centrada no testemunho de Jesus. A cruz é explícita (Cl 2.14-15; 2 Co 5.19), o consolo no sofrimento é honesto e há correções contra adivinhação, escatologia de jornal e luta por poder. Não há erro relevante. A nota fica no limite inferior da faixa sã por causa dos vários leves: a divulgação do livro, os exageros sobre profecia e encarnação, os detalhes extrabíblicos dados como fato e a leitura simbólica de Lc 9.58. Pesa também a homilética dispersa, sem exposição de um texto.

Laudo completo

Estrutura do vídeo

O vídeo abre no meio da apresentação do livro do pregador e segue com o ensino sobre o dom profético. Há interações com a plateia (Molina, risadas, o jantar de quinta-feira). No fim, o pregador puxa um cântico (“Deus poderoso, santo, santo”) e ora pela igreja de Petrópolis. Há breves respostas de outra voz (“Aleluia”, “Glória a Deus”). Ele veio de Itajaí de avião (“do peso permitido para voar de Itajaí”) e ora “pela igreja que está em Petrópolis e por essa igreja aqui”. É obreiro da rede MEVAM, logo da casa.

Texto bíblico

É um ensino temático com muitos textos, a maioria bem usados: 1 Co 12 e 14.3 (“edificar, exortar e consolar”), Jr 29.11-13 no contexto do exílio, Dt 13 (falso profeta como prova), Gn 20.7 (Abraão profeta), 1 Pe 1.10-11, Ap 1 e 3.20 (lido corretamente como palavra à igreja de Laodiceia, não como apelo evangelístico), Dt 8, Jo 11, Is 6 e Jo 12.41. Nenhum texto é exposto por inteiro, mas o uso respeita o contexto.

Evangelho

Cristo e a cruz estão no centro: “despojou principados, principados e potestades, rasgou o escrito de dívida que era contra nós na cruz. Essa é a obra que Deus fez em Cristo”. O choro de Jesus por Lázaro é lido como dor pela “condição de estar mortos em delitos e pecados”. Há reconciliação (2 Co 5): “Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo... não levando em conta as transgressões”. A intercessão de Cristo vem como fruto da encarnação: “Um judeu com a mão furada, fazendo a intercessão ser eficiente”. Em Is 6, contra o orgulho espiritual: “Ai de mim, porque sou como todo mundo... não é por obra para que ninguém se glorie”. O chamado ao arrependimento é mais implícito que direto.

Prática carismática

É um ensino que defende os dons, com ordem e sob a Escritura. Ele corrige abusos: “Muita gente acha que profecia acertar identidade, nome, CPF. E isso não é profecia, isso é adivinhação”. Também submete a profecia ao texto (“esse livro foi inspirado pelo Espírito. Se eu leio ele, eu estou ouvindo o espírito”) e a Cristo (“O testemunho de Jesus é o espírito da profecia”; “Eu só quero Jesus e ver a sua glória”). Rejeita o espetáculo de experiências (“Aí eu fui no céu, voltei. Ih, para que tu tem que ir no céu”). Faz um “ato profético” leve (“Fala pro irmão que tá do seu lado. Deus tem um plano”). Não há profecia em massa.

Culto fora do sermão

Só o cântico final e a oração do próprio pregador (“um deslocamento de atmosfera”, “os céus estão abertos sobre nós”), com linguagem de atmosfera espiritual, mas centrada em “Nós pertencemos a Cristo”. Não há ofertório nem apelo de dinheiro. A divulgação do livro foi feita pelo pregador e está registrada no sermão.

Transcrição anotada

11 trechos marcados · 49 mil caracteres
leverelevantedominantesaúdeLegenda automática do YouTube: pode trocar palavras, nomes e versículos.

dentro [música] da do peso permitido para voar de Itajaí. E só sobrou esse livro, [música] né? A gente já passou por esses lugares que eu falei com vocês, já sobrou esse livro e também nós estamos finalizando ele para fazer mais uma tiragem. E nesse livro há uma contribuição muito importante na nossa reformulação ou numa proposta de repensarmos sobre a palavra profecia, sobre o dom de profecia, repensarmos sobre o profético e repensarmos sobre o que é ser um profeta. Porque quando você ouve essas palavras, automaticamente na nossa cabeça ouvir profecia, profeta e profeta aciona a gaveta onde nós temos registro de informações e conceitos e maneiras de pensar sobre essas palavras.

E na grande maioria delas são negativas, são sempre exemplos negativos, experiências ruins. Eh, essas palavras a ao mesmo tempo que elas são ditas, profecia, profético, profeta, elas acionam dentro de nós o sinal do cuidado, né? Tem que ter cuidado com isso, né? Já não, isso é, isso aí já deu muito problema. Então, na nossa mente, nos nossos pensamentos, essas palavras estão muito atreladas com esse alerta. Só que, irmãos, elas são bíblicas. Então, a Bíblia ela não tem, não pode ser anulado o que está na Bíblia por causa dos problemas que temos com aquilo que está na Bíblia. Amém. Por exemplo, a igreja de Corinto tinha muito problema com profecia, sim ou não?

Com línguas. Não tinha. Paulo mandou eles pararem de profetizar e de falar em línguas. Não. Paulo reformulou, ele ordenou, ele supôs uma gestão para que aquilo acontecesse dentro do objetivo que aquela manifestação tinha. Estamos juntos. >> Amém. É desobediência bíblica quando ignoramos os dons espirituais. Já parou para pensar nisso? Porque na Bíblia, Primeira Coríntios 12 começa como, irmãos, com respeito aos dons espirituais, eu não quero que sejais ignorante. Então, se a gente, por causa dos problemas que tem nessa área, ignora, nós estamos tomando uma postura que a Bíblia ordena que a gente não pode ter diante da manifestação espiritual. Pegou aí?

Pegou? Então, se é problemático, é porque tem um grande potencial e uma grande importância no desenvolvimento daquilo que precisamos desenvolver. A complexidade de construir esse prédio, de reformar esse prédio, é a mesma complexidade que existe em edificar a casa de Deus, o corpo de Cristo místico, não estrutura física. Tá tudo bem? Não tá gostando do que eu tô falando, né? Nem tá ouvindo o que eu tô falando. [risadas] A complexidade da construção material é a complexidade de uma construção espiritual. Então, não é porque é complexo, nós vamos deixar de lado ou ver isso depois. Por que, meus irmãos, isso é importante. Em Primeira Coríntios, capítulo 12, versículo 6, vai dizer assim, ó.